"Os beijos que sonhei para minha boca" era título da novela coletiva que as moradoras e agregadas da repbúlica Aristides Lobo escreviam nas horas vagas.
O cúmulo da inôcencia, achava que tudo aquilo* era ficção, por vezes cientifica...mas bases confiáveis me garantiram a veracidade dos fatos...quem diria!?!
Então, a vida imita a arte...ou a arte imita a vida??????????????
hauhauauhauhauhauhauauhauhau
Ai, ai ...a candura dos meus 19 anos!!!!
* tramas amorosas, dívidas, rolos, ódio, amor verdadeiro (si, sim, discutíamos a entidade amor verdadeiro), paixão...e sai lá mais oque ...
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2 comentários:
Pois não perca desta vez "Morrer: Verbo transitivo!"
E de verdade verdadeira, creio que você teve um papel (acompanhada obviamente) em Os beijos que sonhei para minha boca, sem nem perceber!
Sem conseguir separar a arte e realidade, vou mesmo falar e chorar na cachaça. Filomena, por Tânia Paloma, por Raposa, por Sufixo, por Filomena. Sem entender, mas com a certeza de que um dia ficção e relidade se cruzaram totalmente, belamente, tristemente. Morrer, verbo transitivo! Já contei a história na primeira mesa de bar, já na saída, pegando parte dos estranjis que andavam na rua na rua. Atores de verdade que conheci lá. Uma menina era uma das contadas pelo Marcello. Que coisa! Que misturéu. Os atores choraram por mim, de verdade. Eu narrei. Inacreditável, uma peça tocante de vida real! Com trechos a tirar lágrimas de qualquer platéia, até de atores reais. Descordo sobre ser explícita. Uma história que deveria ser secreta, com descrições fiéis, está aberta na internet.
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